Brevemente

AMOR DE DOM PERLIMPLIM COM BELISA EM SEU JARDIM

Dia 10 de Junho de 2017

No Cine-Teatro da Chamusca

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Sinopse:
Marcolfa, a criada, pretende casar o seu amo D. Perlimplim como a Mãe de Belisa se quer ver livre da filha, nasce assim um casamento de interesse. Belisa é nova, ardente e maliciosa, Perlimplim é um homem de idade mas inexperiente com as mulheres. O que tinha de acontecer acontece… A peça de Lorca, que no início se assemelha a uma comédia ao gosto popular, transforma-se progressivamente numa tragédia, quer no conteúdo, quer na forma. É a dificuldade de compreensão de dois mundos, o feminino e o masculino, que de maneira sintética e lúcida é aqui posta em relevo, num tom onde a poesia e a música são parte integrante da trama teatral. O talento de Garcia Lorca está patente na maneira como trata um tema simples e popular, através de uma forma poética que requer do espectador não apenas a passividade distanciada da acção, mas exige dele muita sensibilidade e disponibilidade, já que o tema é mais sugerido do que representado.

Ficha Artistica:
Texto: Federico Garcia Lorca Tradução: Eugénio de Andrade Encenação: Jorge Silva Interpretação: Carolina Campanela, Elsa Valentim, Jorge Silva, Patrícia André, Rui Ferreira Macedo, Teresa Faria Dramaturgia: José Peixoto Cenografia: Rui Francisco Figurinos: Maria Luiz Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos Selecção Musical, Ambiente Sonoro e Interpretação: Miguel Tapadas Fotografia: José Frade Design Gráfico: Rui A.Pereira Produção Executiva: Daniela Sampaio Produção: Teatro dos Aloés; M/12

Bamba, Vamba. Wamba

(Acolhimento)

Dias 23 e 25 de Junho de 2017

Nos Recreios da Amadora

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Sinopse:
Três actores e um palco vazio. A evocação do mesmo rei, perpassando uma paisagem cultural ibérica pelo mito revisitado de Bamba (Vamba ou Wamba). Mito fundacional, revelador da circunstância humana, ontem como hoje. Um período muito concreto da história política peninsular, onde o teatro, enquanto arte do espectáculo, só pode contribuir para a sua universalidade. É este o desafio da ESTAÇÃO TEATRAL, quando se busca sempre o compromisso de que uma nova encenação se estabeleça, antes de mais, como um dispositivo que só pode funcionar em conexão directa com o público, no reconhecimento de que o teatro se desdobra num verbo que, na verdade, são dois: ver-fazer. São doze anos de actividade explorando uma linguagem integral que possibilite afirmar esta arte do espectá- culo como uma manifestação viva, ante a complexidade e os desafios de um Século XXI que redefine, por exemplo, algo tão híbrido quanto o estatuto do agente e do espectador.
Nuno Pino Custódio

Ficha Artistica:
Dramaturgia e Encenação: Nuno Pino Custódio, em co-criação com Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares
Interpretação: Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares
Apoio Dramatúrgico: Pedro Miguel Salvado
Espaço e Figurinos: Estação Teatral
Dispositivo Cénico:Pedro Novo
Desenho de Luz e Montagem: Pedro Fino
Produção: Alexandre Barata
Fotografia: Miguel Proença
M/12
Duração: 70 Min

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