Brevemente

HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA

Dias 21 a 24 de Setembro de 2017

Nos Recreios da Amadora

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Sinopse:

“A palavra de que mais gosto é “não”. É o “não” de alguém que diz “basta”, como o revisor da História do Cerco de Lisboa. É o “não” de alguém a quem contam a História e se revolta, para perguntar porquê, para quê e para quem. Se encontrássemos respostas para estas perguntas, se calhar acabávamos por entender o Mundo.”

Esta criação é uma adaptação do romance História do Cerco de Lisboa de José Saramago, no ponto de partida desta história encontra-se um acto de rebeldia criativa: o revisor Raimundo Silva escreve um “não” nas provas de um livro de História onde se afirmava que em 1147 os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. O transtorno causado na editora por este acto “inexplicável” serve de pretexto para que a gestora Maria Sara lance um desafio ao revisor: a escrita de um romance no qual a ficção se imponha à verdade histórica, isto é, no qual D. Afonso Henriques conquiste Lisboa sem a ajuda dos cruzados.E é à escrita desse novo romance que o público irá assistir: Raimundo Silva, que receberá a visita em cena do próprio José Saramago, será confrontado com os problemas da criação literária. Tal qual um encenador, convocará as personagens históricas (D. Afonso Henriques, o Cavaleiro Henrique, Mogueime e Ouroana) para montar um espectáculo – que é a escrita de um romance, diante dos nossos olhos.

Ficha Artistica:

Dramaturgia de José Gabriel Antuñano ; Encenação: Ignacio García.

Intérpretes: Ana Bustorff, Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luís Vicente, Pedro Walter, Rui Madeira e Tânia Silva
Cenografia: José Manuel Castanheira, assistido por Pedro Silva e pelos estagiários Filipe Fernandes, Francisca Castro, Inês Carrillo, Maria Luís e Sofia Lacerda
Figurinos: Ana Paula Rocha
Música: Ignacio García
Luz: Guilherme Frazão
Som: Miguel Laureano

Co-produção: Acta – A Companhia de Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga e Teatro dos Aloés

ficção, bem como a redenção pelo amor.

 

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