2017

VARIAÇÕES À BEIRA DE UM LAGO

Sinopse:
Dois homens sentados num banco num parque, observam patos e falam sobre eles. Não sabem muito do assunto e rapidamente a conversa evolui para outros temas que os inquietam: a natureza, o amor, o sexo, a solidão, a vida e a morte. Usando a metáfora dos patos ultrapassam a falha de comunicação entre eles e a conversa flui, atingindo momentos de comicidade, que fazem desta peça “simples” de David Mamet, uma grande obra sobre a Condição Humana.

Ficha Artística
Texto: David Mamet; Tradução: Carlos Pimenta; Encenação: Jorge Silva; Interpretação: José Peixoto e Victor Santos; Cenografia e Figurinos: Teresa Varela; Música: Filipe Melo; Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos; Sonoplastia: Pedro Carvalho; Fotografia: José Frade; Design Gráfico: Rui A. Pereira; Assistência à Encenação: Estrela Cabral; Produção Executiva: Daniela Sampaio; Produção: Teatro dos Aloés

Apresentações
Teatro-Estúdio Ildefonso Valério– 20 e 22 de Janeiro de 2017

JULIETA

Sinopse:
Um Gongo soa no espaço vazio. A clown Carmen chega, decidida a tentar representar a personagem Julieta de William Shakespeare. Num conflito permanente com o Tempo, Carmen tem que decidir a cada momento se se deixa levar pelo que acontece, na relação directa que estabelece com o espectador, ou se conta a história que tem para contar, representa as cenas que preparou, ou a canção que quer muito cantar. Nem ela nem o público sabem o que vai acontecer, porque quando o gongo volta a soar, esteja onde estiver, o espectáculo termina, mesmo que seja a meio de uma frase, de um gesto…

Ficha artística:
Espectáculo de Mario Gonzalez a partir de Romeu e Julieta de William Shakespeare; Interpretação Elsa Valentim; Assistência de Encenação e Criação Nariz de Clown Nuno Pino Custódio; Figurinos Ana Brum Fotografia e Desenho de Luz João Rodrigues; Produção: ACT/Teatro dos Aloés/Tell to Joy

Apresentações

Recreios da Amadora – Dias 26 a 29 de Janeiro de 2017

Centro Cultural Gonçalves Sapinho – 30 de Abril de 2017

 

CASOS DO BECO DAS SARDINHEIRAS

Sinopse:

” (….) A gente que habita o Beco é como os demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego ainda maior ao seu sitio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há memória de que algum dos do Beco tenha emigrado de livre vontade”.

Mário de Carvalho é um dos mais conceituados autores portugueses contemporâneos. As suas personagens parecem pedir-nos que lhes demos vida, não só na imaginação do leitor mas também em carne e osso. Em CASOS DO BECO DAS SARDINHEIRAS elas são simultaneamente reais e fantásticas, tão reais que acreditamos que nos podemos cruzar com elas ao virar de qualquer esquina em Alfama! Mas vivem todas num fantástico beco onde tudo é possível acontecer… desde o homem que num bocejo engole a lua; aos turistas que estando num bar do Cais do Sodré, sem saber como, vão parar ao marco do correio lá do Beco.

A forma como estas personagens vão aceitado este estranho quotidiano e simultaneamente o alimentam, tendo sempre como fundo a Lisboa dos bairros populares, dos eléctricos, das coscuvilhices entre vizinhos que, ora são uma família, ora estão às avessas, dá à obra uma qualidade teatral insuperável. Permite inúmeras camadas de leituras e de possibilidades: é uma reflexão social, política e é simultaneamente hilariante.

Ficha Artistica:
Texto: Mário de Carvalho; Encenação: Elsa Valentim; Interpretação: André Nunes, Elsa Valentim, Jorge Silva, José Peixoto + 4 actores por definir; Música: Miguel Tapadas; Figurinos e Concepção Video: Ana Rocha de Sousa; Cenografia, Desenho de Luz e Design Gráfico: João Rodrigues; Produção Executiva: Daniela Sampaio; Produção: Teatro dos Aloés

Apresentações

Cineteatro D. João V – Dias 18 e 19 de Fevereiro de 2017

 

AMOR DE DOM PERLIMPLIM COM BELISA EM SEU JARDIM

Sinopse:
Marcolfa, a criada, pretende casar o seu amo D. Perlimplim como a Mãe de Belisa se quer ver livre da filha, nasce assim um casamento de interesse. Belisa é nova, ardente e maliciosa, Perlimplim é um homem de idade mas inexperiente com as mulheres. O que tinha de acontecer acontece… A peça de Lorca, que no início se assemelha a uma comédia ao gosto popular, transforma-se progressivamente numa tragédia, quer no conteúdo, quer na forma. É a dificuldade de compreensão de dois mundos, o feminino e o masculino, que de maneira sintética e lúcida é aqui posta em relevo, num tom onde a poesia e a música são parte integrante da trama teatral. O talento de Garcia Lorca está patente na maneira como trata um tema simples e popular, através de uma forma poética que requer do espectador não apenas a passividade distanciada da acção, mas exige dele muita sensibilidade e disponibilidade, já que o tema é mais sugerido do que representado.

Ficha Artistica:
Texto: Federico Garcia Lorca Tradução: Eugénio de Andrade Encenação: Jorge Silva Interpretação: Carolina Campanela, Elsa Valentim, Jorge Silva, Patrícia André, Rui Ferreira Macedo, Teresa Faria Dramaturgia: José Peixoto Cenografia: Rui Francisco Figurinos: Maria Luiz Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos Selecção Musical, Ambiente Sonoro e Interpretação: Miguel Tapadas Fotografia: José Frade Design Gráfico: Rui A.Pereira Produção Executiva: Daniela Sampaio Produção: Teatro dos Aloés; M/12

Apresentações:

Recreios da Amadora – Dias 22 de Março a 9 de Abril de 2017

n’ A Moagem – Cidade do Engenho e das Arte no Fundão – Dias 21 e 22 de Abril de 2017

Cine-Teatro da Misericórdia na Chamusca – Dia 10 de Junho de 2017

 

Bamba, Vamba. Wamba

Sinopse:
Três actores e um palco vazio. A evocação do mesmo rei, perpassando uma paisagem cultural ibérica pelo mito revisitado de Bamba (Vamba ou Wamba). Mito fundacional, revelador da circunstância humana, ontem como hoje. Um período muito concreto da história política peninsular, onde o teatro, enquanto arte do espectáculo, só pode contribuir para a sua universalidade. É este o desafio da ESTAÇÃO TEATRAL, quando se busca sempre o compromisso de que uma nova encenação se estabeleça, antes de mais, como um dispositivo que só pode funcionar em conexão directa com o público, no reconhecimento de que o teatro se desdobra num verbo que, na verdade, são dois: ver-fazer. São doze anos de actividade explorando uma linguagem integral que possibilite afirmar esta arte do espectá- culo como uma manifestação viva, ante a complexidade e os desafios de um Século XXI que redefine, por exemplo, algo tão híbrido quanto o estatuto do agente e do espectador.
Nuno Pino Custódio

Ficha Artistica:
Dramaturgia e Encenação: Nuno Pino Custódio, em co-criação com Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares
Interpretação: Pedro da Silva, Roberto Querido e Tiago Poiares
Apoio Dramatúrgico: Pedro Miguel Salvado
Espaço e Figurinos: Estação Teatral
Dispositivo Cénico:Pedro Novo
Desenho de Luz e Montagem: Pedro Fino
Produção: Alexandre Barata
Fotografia: Miguel Proença
M/12
Duração: 70 Min

Apresentações:

Recreios da Amadora – Dias 23 de Março a 25 de Junho de 2017

 

AMADORA MOSTRA

Sinopse:
Uma pequena mostra de jovens criadores teatrais que têm a particularidade de criar os seus próprios textos ou de ser capazes de trabalhar sem rede a partir do improviso. Três espectáculos originais para diversas faixas etárias

Morrer é Divertido
E Agora?
A Princesa Aborrecida (Infantil)

Apresentações

Recreios da Amadora – 7 a 9 de Julho de 2017

 

HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA

 Sinopse:

“A palavra de que mais gosto é “não”. É o “não” de alguém que diz “basta”, como o revisor da História do Cerco de Lisboa. É o “não” de alguém a quem contam a História e se revolta, para perguntar porquê, para quê e para quem. Se encontrássemos respostas para estas perguntas, se calhar acabávamos por entender o Mundo.”

Esta criação é uma adaptação do romance História do Cerco de Lisboa de José Saramago, no ponto de partida desta história encontra-se um acto de rebeldia criativa: o revisor Raimundo Silva escreve um “não” nas provas de um livro de História onde se afirmava que em 1147 os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. O transtorno causado na editora por este acto “inexplicável” serve de pretexto para que a gestora Maria Sara lance um desafio ao revisor: a escrita de um romance no qual a ficção se imponha à verdade histórica, isto é, no qual D. Afonso Henriques conquiste Lisboa sem a ajuda dos cruzados.E é à escrita desse novo romance que o público irá assistir: Raimundo Silva, que receberá a visita em cena do próprio José Saramago, será confrontado com os problemas da criação literária. Tal qual um encenador, convocará as personagens históricas (D. Afonso Henriques, o Cavaleiro Henrique, Mogueime e Ouroana) para montar um espectáculo – que é a escrita de um romance, diante dos nossos olhos.

Ficha Artistica:

Dramaturgia de José Gabriel Antuñano ; Encenação: Ignacio García.

Intérpretes: Ana Bustorff, Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luís Vicente, Pedro Walter, Rui Madeira e Tânia Silva
Cenografia: José Manuel Castanheira, assistido por Pedro Silva e pelos estagiários Filipe Fernandes, Francisca Castro, Inês Carrillo, Maria Luís e Sofia Lacerda
Figurinos: Ana Paula Rocha
Música: Ignacio García
Luz: Guilherme Frazão
Som: Miguel Laureano

Co-produção: Acta – A Companhia de Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga e Teatro dos Aloés

Apresentações

Recreios da Amadora – 21 a 24 de Setembro de 2017

Theatro Circo (Braga) – 29 de Setembro a 4 de Outubro

Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada) – 12 de Outubro a 3 de Novembro

Teatro Lethes (Faro) – 7 a 12 de Novembro

 

 

 

Comments are closed

  • Subscreva a nossa Newsletter