2018

Vanessa Vai à Luta

Sinopse:
Era uma vez uma menina que queria como prenda de anos uma metralhadora. Mas a mãe leva-a à loja a ver os brinquedos próprios das meninas: bonecas cor-de-rosa, espanadores, aspiradores, vestidinhos cor-de-rosa, máquinas de lavar roupa cor- de-rosa. E aí começa a luta da Vanessa para ter aquilo que ela quer e, no processo, perceber porque é que as pessoas pensam que há coisas próprias de meninas e coisas próprias de rapazes e se sempre foi assim e se tem mesmo de ser assim. VANESSA VAI À LUTA é uma peça para todos que trata em tom de comédia as questões pertinentes da formatação familiar e social de indivíduos cujo potencial infinito é à partida reduzido aos papéis tradicionais de homem e mulher.

Ficha Artística:

Texto: Luísa Costa Gomes; Encenação: António Pires;

Intérpretes: Alexandra Rosa, Carolina Campanela, Cátia Nunes, Hugo Mestre Amaro e João Veloso;
Figurinos: Luís Mesquita; Desenho de luz: Paulo Sabino;
Telões: Miguel Lima;
Ilustração: Joana Villaverde;
Produção: Ivan Coletti;
Administração financeira: Ana Bordalo;

Produtor: Alexandre Oliveira;

Uma co-produção Teatro da Trindade Inatel e Teatro do Bairro

Classificação Etária: M/6

* Possibilidade de marcações para escolas e grupos com mais de 10 pessoas em horários de manhã e tarde.

Apresentações

Recreios da Amadora – De 17 a 21 de janeiro*

DONA ROSINHA, A SOLTEIRA ou A Linguagem das Flores

Sinopse

Rosinha é jovem e está apaixonada pelo primo, com quem vai casar. Vive numa casa de província com os Tios, por quem foi adotada. No entanto, os pais do noivo, por motivos de saúde, clamam a presença do amado, para que este os ajude na reabilitação de uma fazenda da família.

Com dor, Rosinha e o noivo despedem-se em promessa mútua de ser breve a separação. Rosinha fica a preparar o enxoval, enquanto vai aguardando as cartas do seu amor.

Consulte aqui a nossa Agenda

Ficha Artística e Técnica

Autor: Federico Garcia Lorca
Encenação: Natália Luiza
Tradução baseada em Ruy Belo
Interpretação: Carla Chambel, Carolina Santarino*, Elsa Valentim, Filipa Matos Rosa*, Joana Flora*, Jorge Silva, José Peixoto, Mafalda Berenguer*, Mariana Branco de Sousa*, Raquel Oliveira, Rita Ramos Mendes*, Rosinda Costa, Susana Madeira, Tadeu Faustino, Vera Lagoa*
(*estagiárias ACT-Escola de Actores)

Espaço Cénico e Figurinos: Marta Carreiras
Música Original e Espaço Sonoro: Rui Rebelo
Desenho de Luz: Pedro Marques
Assistência de Encenação: Nuno Távora
Dir. Cena, Assistência de Cenografia e Montagem: Marco Fonseca
Assistência de Produção: Teatro Meridional Susana Monteiro
Produção Executiva – Teatro Meridional: Rita Conduto
Produção Executiva – Teatro dos Aloés: Daniela Sampaio
Assessoria Jurídica: Diogo Salema
Assessoria de Gestão: Mónica Almeida
Direcção Artística do Teatro Meridional: Miguel Seabra e Natália Luiza
Direcção Artística do Teatro dos Aloés: José Peixoto, Jorge Silva, Elsa Valentim

Co-produção Teatro Meridional e Teatro dos Aloés

Apresentações:

Recreios da Amadora – 21 a 29 de Março, 2018

Teatro Meridional – 4 a 29 de Abril, 2018

Coragem Hoje, Abraços Amanhã

SINOPSE

Escrito a partir de testemunhos, cartas e memórias de mulheres que estiveram presas pela PIDE durante o período do Estado Novo. Mulheres que sofreram a tortura do sono, da estátua, mas acima de tudo, a tortura de serem privadas da sua liberdade. Mulheres que eram avós, mães, filhas, esposas, namoradas, amantes, companheiras, camaradas. Mulheres que não são figuras históricas dentro de um livro empoeirado, mas que existiram mesmo e que algumas delas ainda se cruzam connosco na rua e guardam duras memórias no coração

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Direcção artística, dramaturgia, encenação e interpretação: Joana Brandão; Assistência de encenação: Elsa Galvão e Maria João Abreu; Consultoria: Irene Pimentel; Desenho de Luz: Paulo Santos; Iluminação: João Lopes; Sonoplastia: João Bucho; Cenografia: Joana Brandão; Figurino: Maria Gonzaga; M/16.

Recreios da Amadora : 13 a 15 de Abril

(Sexta e Sábado às 21h30, Domingo às 16h)

AMADORA MOSTRA

Open Call Jovens Criadores

Entidade promotora: Teatro dos Aloés

No âmbito da 2ª edição do AmadoraMostra – Mostra de Jovens Criadores de Teatro, convidam-se jovens criadores de teatro a submeterem os seus projetos neste Open Call até ao dia 30 de Abril de 2018.

O projecto AmadoraMostra tem como objectivo apoiar jovens que desenvolvem projectos na área do teatro, colocando à sua disposição um espaço de acolhimento com condições técnicas e de divulgação que dignifiquem o seu trabalho.

Consulte o Regulamento aqui: Regulamento – Open Call 2018

Condições de Participação:
As propostas devem ser enviadas para o Teatro dos Aloés, através de correio eletrónico  para o endereço: teatrodosaloes@sapo.pt contendo os seguintes elementos:
– Nome do responsável do projecto (incluindo contacto telefónico e endereço e-mail);
– Sinopse do projeto;
– Sugestão de Classificação Etária;
– Declarações de Direitos de Autor;
– Necessidades técnicas
– Ficha Artística (acompanhada com breve biografia de cada elemento);
– Imagens promocionais e vídeo do projeto (caso haja).

Condições do Acolhimento:
Cada um dos projectos seleccionados será apresentado uma única vez em data a definir no decorrer da mostra;
100% da receita de bilheteira;
Apoio técnico na montages;
Promoção do espectáculo;

Data limite de envio de candidatura
30 de Abril de 2018
Local
Amadora – Recreios da Amadora
Data de realização
17 a 22 de Julho de 2018
Contacto
teatrodoslaoes@sapo.pt

O CAVALEIRO DA DINAMARCA

Sinopse:

Este texto conta a história de um cavaleiro que numa noite de Natal decide fazer uma grande viagem para passar o Natal seguinte em Belém. Este é o ponto de partida de uma epopeia, que nos guia desde o inicio da nossa Era até ao conhecimento dos limites do Mundo. Através das personagens que o cavaleiro vai encontrando, vamos vivenciando histórias e lendas de diferentes latitudes que na verdade são pilares da nossa civilização. De venezianos corações apaixonados a mentes brilhantes de Florença ao olhar de navegadores portugueses, passando por vários monumentos, ouvimos lendas e histórias apaixonantes que fazem parte da nossa cultura e da nossa identidade. Passando do inferno de Dante às pinturas de Giotto, de São Francisco a fazer um pacto com o lobo navegamos com Pêro Dias, gesticulamos com ele na sua comunicação com os indígenas, navegamos, assim no nosso sangue e chegamos a casa Esta é a partitura do nosso espectáculo que pretende não só chegar aos alunos do 7º ano mas a todo o público em geral.

Ficha Artistica:

Texto: Sophia de Mello Breyner Andresen; Encenação: Sofia de Portugal.

Intérpretes: Afonso de Portugal, Carlos Malvarez, David Medeiros e João Redondo
Cenografia, Figurinos, Design Gráfico, Fotografia: Aurélio Vasques
Música: Afonso de Portugal
Operação de Luz : Tasso Adamopoulos

Produção Executiva: Daniela Sampaio

Produção: Teatro dos Aloés

Apresentações

Cine Teatro D. João V:

Dias  5 e 6 de Maio

Damaia

Classificação Etária: M/6

Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?

Sinopse:
O público pediu mais histórias, Carmen pediu-nos mais espaço para as contar. Assim surge Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?
Carmen é uma Clown. Mas não é “mais uma” Clown, dado o seu bom nascimento e o que entretanto conquistou. Na verdade, a ideia de Carmen é muito simples e ao mesmo tempo extremamente complexa. Ela tem o sonho de fazer os papéis femininos mais famosos das peças de Shakespeare (como já foi o caso de Julieta) e acorda com o público só lhes retirar uma hora da sua atenção. Para isso, ela tem na equipa, um contra-regra, com a função específica de não tirar os olhos do relógio que está em cena e fazer imediatamente soar um gongue no último movimento acordado do ponteiro dos segundos. Não perdendo o facto de ser uma Clown, ela sela este contrato prometendo dar o seu máximo no cumprimento de todas os trechos e tarefas que afincadamente preparou para dar a mostrar. E como se trata mesmo de dar o máximo… não pode prometer mais do que não ser a entrega àquele momento. Ao momento em si dentro daquela sala. O que pode incluir os movimentos daquele espectador de bigode sentado na primeira fila ou aquela mosca que perpassa a cena em busca do calor dos projectores…
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Com Elsa Valentim
Direcção Nuno Pino Custódio 
Música José Peixoto

Figurino Rafaela Mapril

Concepção Plástica: João Rodrigues 

Produção Executiva: Daniela Sampaio 

Produção: Teatro dos Aloés 
Classificação Etária: M/14
Apresentações

Recreios da Amadora – 20 de Junho a 1 de Julho de 2017

(qua. a sáb 21h30/dom. 16h)

AMADORA MOSTRA

Entidade promotora: Teatro dos Aloés

O projecto AmadoraMostra tem como objectivo apoiar jovens que desenvolvem projectos na área do teatro, colocando à sua disposição um espaço de acolhimento com condições técnicas e de divulgação que dignifiquem o seu trabalho.

Sinopses

BOCA ILHA – O Rosto Que Ninguém Vê – 20 de Julho às 21h30
Encenação e espaço cénico: Nuno Nunes.
Dramaturgia e interpretação: Carolina Bettencourt e Miguel Curiel. M/12

O que acontece quando duas palavras se combinam? Ou quando um poema sucede a outro? Ou dois actores se debatem entre si? Em que sítio encontramos o poeta que vive nas palavras que nos legou? Partimos do universo de Natália Correia como quem descreve a sua silhueta para a seguir reclamar uma existência tangível. Intrometemos Alberto Caeiro, Cesariny, Ary dos Santos, Mário de Sá Carneiro, e outros para iluminar “O Rosto Que Ninguém Vê”: são diálogos, são confrontos, são confirmações em torno de temas como a identidade, a relação com a morte, a memória de infância, o espaço geográfico e poético da ilha, o activismo político, a vivência da religião e do casamento, o sentimento do outro e de si mesmo como outro… E os dois actores que disputam os seus papéis, num feminino-masculino intranquilo e carente, configuram, por seu lado, esse território teatral cercado pela iminência do esquecimento.

AS CONTADEIRAS – SOMOS PESSOA! – 21 de Julho às 21h30

SOMOS PESSOA! é um espectáculo de contação de histórias que assume uma estrutura narrativa e linguagem teatral pouco convencionais. SOMOS PESSOA! conta a vida e obra de Fernando Pessoa em escassos minutos – a introdução – desenlaçando-se o enredo em três dos seus contos: Afinal o Caracol, O burro e as duas margens, O automóvel ia desaparecendo.

metAmorfose – 22 de Julho às 16h00

O espectáculo é construído com base num paralelismo entre a conduta divina e a conduta humana, através da representação dos arquétipos dos deuses em contraste com os moldes do comportamento dos humanos, fazendo uso de uma linguagem performática, textos ancestrais, poemas que evocam o mito de Dioniso e Kali, entre outros.

O CAVALEIRO DA DINAMARCA

Sinopse:

Este texto conta a história de um cavaleiro que numa noite de Natal decide fazer uma grande viagem para passar o Natal seguinte em Belém. Este é o ponto de partida de uma epopeia, que nos guia desde o inicio da nossa Era até ao conhecimento dos limites do Mundo. Através das personagens que o cavaleiro vai encontrando, vamos vivenciando histórias e lendas de diferentes latitudes que na verdade são pilares da nossa civilização. De venezianos corações apaixonados a mentes brilhantes de Florença ao olhar de navegadores portugueses, passando por vários monumentos, ouvimos lendas e histórias apaixonantes que fazem parte da nossa cultura e da nossa identidade. Passando do inferno de Dante às pinturas de Giotto, de São Francisco a fazer um pacto com o lobo navegamos com Pêro Dias, gesticulamos com ele na sua comunicação com os indígenas, navegamos, assim no nosso sangue e chegamos a casa Esta é a partitura do nosso espectáculo que pretende não só chegar aos alunos do 7º ano mas a todo o público em geral.

Ficha Artistica:

Texto: Sophia de Mello Breyner Andresen; Encenação: Sofia de Portugal.

Intérpretes: Afonso de Portugal, Carlos Malvarez, David Medeiros e João Redondo
Cenografia, Figurinos, Design Gráfico, Fotografia: Aurélio Vasques
Música: Afonso de Portugal
Operação de Luz : Tasso Adamopoulos

Produção Executiva: Daniela Sampaio

Produção: Teatro dos Aloés

Apresentações

Dia 21 e 22 de Setembro – 21h30

Dia 23 de Setembro – 16h00

TRISTEZAS E ALEGRIAS

Sinopse:

Duas mulheres encontram-se numa velha casa de uma pequena aldeia do Karoo depois do funeral de David, o homem que ambas amaram. Uma é a sua esposa. A outra é mãe da sua filha. David, que fora levado ao exílio por causa do seu activismo político contra o apartheid, reaparece nas memórias das mulheres como que registadas a ferro. Durante uma tarde de verdade e reconciliação, os pactos de amor são dolorosamente marcados. O novo confronta-se com o velho e o que é a esperança para estas pessoas é a esperança para uma nova África do Sul. Feita de monólogos, memórias e desabafos que saltam do presente para o passado e que por vezes são só reflexões, produzem um teatro de uma convenção menos comum entre nós e que nos tocou profundamente e constitui um desafio para a cena e uma dádiva útil e emocionada para a sala.

Ficha Artistica:

Texto: Athol Fugard; Tradução: Graça Margarido e Mick Greer; Encenação. José Peixoto;

Interpretação: Ana Valentim; Elsa Valentim, Jorge Silva e Laurinda Chiungue;
Cenografia: José Manuel Castanheira.
Figurinos: Maria Luiz.
Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos.
Música: Miguel Tapadas.
Fotografia: José Frade.
Operação Técnica: Nuno Figueira.
Design Gráfico: Rui Pereira.

Produção Executiva: Daniela Sampaio.

Produção: Teatro dos Aloés.

Apresentações

Dia 21 a 24 de Novembro e 26 de Novembro a 1 de Dezembro – 21h30

Dia 25 de Novembro e 2 de Dezembro – 16h00

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