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Sinopse
Stabat Mater Furiosa é o grito de uma mulher, consciência universal, contra a fatalidade da guerra e dos seus horrores, contra aqueles que a conduzem e as razões porque a fazem.
No século do holocausto, das grandes declarações dos direitos humanos, do retorno dos genocídios, este texto é um tiro de uma “arma de construção massiva”, um sonho de esperança. Faz-nos relembrar que por detrás de cada arma que retira a vida a alguém está sempre um ser humano que decide disparar.
Vamos pôr-nos de acordo contra a evidência do impulso assassino, a liberdade e responsabilidade dos criminosos. Vamos combater incessantemente o monstro que habita em cada um de nós. Desta nossa luta irá talvez nascer um ser humano diferente, mais consciente dos seus limites, mais capaz de praticar a compaixão e mais próximo do despojamento. Essa esperança, esse sonho eleva o choro dessa mulher como uma utopia essencial à sobrevivência da humanidade.
Um texto de uma beleza poética ímpar e de uma estonteante lucidez e consciência da natureza humana.
Ficha Artística
Autor Jean-Pierre Siméon Tradução Olinda Gil Criação Sofia de Portugal Criação Plástica Vânia Oliveira Música Rui Rebelo Desenho de Luz Carlos Gonçalves Design Gráfico Rui Pereira Direcção de Produção Elsa Valentim Produção Executiva Gislaine Tadwald Produção Teatro dos Aloés
Interpretação Sofia de Portugal
Maiores de 12 anos
Stabat Mater Furiosa
Estreia - 27 de Junho de 2003 nos Recreios da AmadoraSinopse
Stabat Mater Furiosa é o grito de uma mulher, consciência universal, contra a fatalidade da guerra e dos seus horrores, contra aqueles que a conduzem e as razões porque a fazem.
No século do holocausto, das grandes declarações dos direitos humanos, do retorno dos genocídios, este texto é um tiro de uma “arma de construção massiva”, um sonho de esperança. Faz-nos relembrar que por detrás de cada arma que retira a vida a alguém está sempre um ser humano que decide disparar.
Vamos pôr-nos de acordo contra a evidência do impulso assassino, a liberdade e responsabilidade dos criminosos. Vamos combater incessantemente o monstro que habita em cada um de nós. Desta nossa luta irá talvez nascer um ser humano diferente, mais consciente dos seus limites, mais capaz de praticar a compaixão e mais próximo do despojamento. Essa esperança, esse sonho eleva o choro dessa mulher como uma utopia essencial à sobrevivência da humanidade.
Um texto de uma beleza poética ímpar e de uma estonteante lucidez e consciência da natureza humana.
Ficha Artística
Autor Jean-Pierre Siméon Tradução Olinda Gil Criação Sofia de Portugal Criação Plástica Vânia Oliveira Música Rui Rebelo Desenho de Luz Carlos Gonçalves Design Gráfico Rui Pereira Direcção de Produção Elsa Valentim Produção Executiva Gislaine Tadwald Produção Teatro dos Aloés
Interpretação Sofia de Portugal
Maiores de 12 anos
Local
Recreios da Amadora
Teatro da Trindade (Lisboa)
