A Guerra
de Carlo Goldoni
Co-Produção TNDMII, Teatro dos Aloés e Cendrev
ESTREIA - 14 de Fevereiro de 2008 nos TNDM II
TRADUÇÃO José Colaço Barreiros
DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO José Peixoto
CENOGRAFIA E FIGURINOS João Rodrigues
MÚSICA Rui Rebelo
DESENHO DE LUZ Carlos Gonçalves
COREOGRAFIA Kot Kotecki
FOTOGRAFIAS Margarida Dias
ADEREÇOS E GRAFISMO Teatro Nacional D. Maria II
PERSONAGENS E INTÉRPRETES Conde Cláudio Álvaro Corte Real Camponesa 1 Carla Carreiro Mendes Camponesa 2 Matilde Nicolau Orsolina Elsa Valentim Camponês 2 Gonçalo Ruivo Soldado 1 Tiago Mateus Soldado 2 Jorge Baião Soldado 3 Guilherme de Noronha Dom Cirillo Jorge Silva Dom Sigismondo José Russo Dona Florida Juana Pereira da Silva Dom Faustino Luis Barros Lisetta Maria Marrafa Dom Egídio Mário Barradas Dona Aspasia Patrícia André Camponês Ricardo Alves Dom Fábio Rui Nuno Dom Ferdinando Simon Frankel Dom Polidoro Victor Zambujo
Um exército invade uma região. As forças atacadas recolhem a uma fortaleza. Durante o ataque a filha do general comandante das forças sitiadas é feita prisioneira. A sua situação social determina que esteja retida nas instalações do Comissário abastecedor dos exércitos atacantes. Nesse mesmo local reúnem-se os jovens oficiais para beber e jogar. Entre Florida, a jovem refém, e o tenente Faustino nasce uma paixão. Florida vive a inquietação do desfecho da guerra, ou vence o pai defensor da fortaleza ou o exército do seu apaixonado. Os interesses privados e os públicos opõem-se, mas também se opõem as razões do coração. No meio do conflito manifestam-se também os interesses postos em jogo na guerra – o patriotismo, a honra, a coragem, a nobreza dos comportamentos de um lado, do outro a violência, o desrespeito pelas pessoas, o oportunismo da ausência da lei e o império da força, o comércio e o enriquecimento que os conflitos armados permitem aos menos escrupulosos. No meio do conflito aparece uma classe popular que ora é vítima, ora tenta beneficiar da guerra. Uma comédia amarga com a guerra como protagonista que expõe as virtudes e os defeitos dos seres humanos. Uma comédia do século XVIII que nos faz reflectir sobre os nossos dias.
Local
Teatro Nacional D. Maria II - Lisboa
Recreios da Amadora - Amadora
Teatro Garcia de Resende - Évora
