[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
[ Fotografias ]
ESTREIA - 25 de Maio de 2001 no Teatro Municipal de Almada
ENCENAÇÃO José Peixoto
CENOGRAFIA E FIGURINOS António Casimiro
MÚSICA Rui Rebelo
DESENHO DE LUZ António Plácido
FOTOGRAFIA José Frade
DESIGN GRÁFICO Rui Pereira
INTÉRPRETES Elsa Valentim, Joana Brandão, Jorge Silva, José Peixoto, Martim Pedroso, Victor Santos
A VIDA TEM DESTAS COISAS é uma frase encontrada repetidamente nas doze farsas que o dramaturgo Mário de Carvalho escreveu para televisão, que o Teatro dos Aloés adoptou como título genérico do seu primeiro espectáculo, elaborado a partir de três dessas histórias: O Estendal, A Burocracia e O Frigorífico.
A vida tem destas coisas é a expressão que traduz uma certa forma de aceitação do nosso viver quotidiano, assumido como imutável, que com mais ou menos prazer, conformado e alegre, típico desta nossa Lisboa, vamos vivendo, porque o mais importante é viver.
O Estendal revela-nos a solidão dos fins de semana de uma grande cidade que quando para não sabe o que fazer e descobre que está sozinha. Então ficamos à espera que nos suceda alguma coisa, seja lá o que for. E descobrimos que há muito mais gente que não sabe como se aproximar de nós para contar a sua história que lhe parece mais singular do que a nossa. E agredimos para mostrar que estamos presentes e no meio da agressão esperamos um gesto de amizade.
A Burocracia descreve-nos o surreal das teias da nossa administração, dos pequenos poderes dos funcionários subalternos, tiranos sobre os utentes e servis perante o chefe. Toda a gente a dar opinião sobre o que não sabe, porque a burocracia é algo de fantástico e incompreensível e insusceptível de ser explicado. A vertigem do não possível que nos arrasta até à loucura. O Frigorífico é a expressão de um mundo louco onde tudo pode suceder, onde o conto do vigário está em cada esquina e as nossas fraquezas são sempre a sorte de alguém.
A Vida Tem Destas Coisas
de Mário de CarvalhoESTREIA - 25 de Maio de 2001 no Teatro Municipal de Almada
ENCENAÇÃO José Peixoto
CENOGRAFIA E FIGURINOS António Casimiro
MÚSICA Rui Rebelo
DESENHO DE LUZ António Plácido
FOTOGRAFIA José Frade
DESIGN GRÁFICO Rui Pereira
INTÉRPRETES Elsa Valentim, Joana Brandão, Jorge Silva, José Peixoto, Martim Pedroso, Victor Santos
A VIDA TEM DESTAS COISAS é uma frase encontrada repetidamente nas doze farsas que o dramaturgo Mário de Carvalho escreveu para televisão, que o Teatro dos Aloés adoptou como título genérico do seu primeiro espectáculo, elaborado a partir de três dessas histórias: O Estendal, A Burocracia e O Frigorífico.
A vida tem destas coisas é a expressão que traduz uma certa forma de aceitação do nosso viver quotidiano, assumido como imutável, que com mais ou menos prazer, conformado e alegre, típico desta nossa Lisboa, vamos vivendo, porque o mais importante é viver.
O Estendal revela-nos a solidão dos fins de semana de uma grande cidade que quando para não sabe o que fazer e descobre que está sozinha. Então ficamos à espera que nos suceda alguma coisa, seja lá o que for. E descobrimos que há muito mais gente que não sabe como se aproximar de nós para contar a sua história que lhe parece mais singular do que a nossa. E agredimos para mostrar que estamos presentes e no meio da agressão esperamos um gesto de amizade.
A Burocracia descreve-nos o surreal das teias da nossa administração, dos pequenos poderes dos funcionários subalternos, tiranos sobre os utentes e servis perante o chefe. Toda a gente a dar opinião sobre o que não sabe, porque a burocracia é algo de fantástico e incompreensível e insusceptível de ser explicado. A vertigem do não possível que nos arrasta até à loucura. O Frigorífico é a expressão de um mundo louco onde tudo pode suceder, onde o conto do vigário está em cada esquina e as nossas fraquezas são sempre a sorte de alguém.
Local
Teatro Municipal de Almada
Teatro Taborda - Lisboa
FIAR – Festival Internacional de Artes de Rua
Palmela
Santo Antão do Tojal
Bobadela
