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Co-produção Teatro da Rainha/Teatro dos Aloés
Sinopse
Texto sobre a prisão conjugal, sobre a falta de perspectivas que o casamento burguês gera, sobre o medo da fera que existe em cada um, sobre a infelicidade. Nele são analíticamente explorados, no sentido psíquico, os meandros das relações de poder homem/mulher. A Dança da Morte, como todo o teatro de Strindberg, reflecte a necessidade de equacionar o significado da existência, mas também as suas crises íntimas, as sociais e as místicas. Nela estão também concentradas as diversas fases da sua evolução como escritor, aliando o realismo e o fantástico, o naturalismo e o expressionismo. As personagens ganham a dimensão das figuras trágicas como se apresentam como as manifestações do mais banal dos quotidianos. O combate masculino - feminino como última etapa da evolução da espécie e uma reflexão complexa que vai da análise da natureza humana à impossibilidade da relação, à inevitável solidão, a morte e o além, do casamento à violência doméstica. Um texto perturbador de uma feroz actualidade.
Ficha Artística:
Tradução Isabel Lopes Encenação Fernando Mora Ramos Cenografia e Figurinos José Carlos Faria
Interpretação Elsa Valentim, Isabel Lopes, José Peixoto e Víctor Santos
Maiores de 16 anos
A Dança da Morte
Estreia - 10 de Março de 2005 no Teatro da Rainha (Caldas da Rainha)Co-produção Teatro da Rainha/Teatro dos Aloés
Sinopse
Texto sobre a prisão conjugal, sobre a falta de perspectivas que o casamento burguês gera, sobre o medo da fera que existe em cada um, sobre a infelicidade. Nele são analíticamente explorados, no sentido psíquico, os meandros das relações de poder homem/mulher. A Dança da Morte, como todo o teatro de Strindberg, reflecte a necessidade de equacionar o significado da existência, mas também as suas crises íntimas, as sociais e as místicas. Nela estão também concentradas as diversas fases da sua evolução como escritor, aliando o realismo e o fantástico, o naturalismo e o expressionismo. As personagens ganham a dimensão das figuras trágicas como se apresentam como as manifestações do mais banal dos quotidianos. O combate masculino - feminino como última etapa da evolução da espécie e uma reflexão complexa que vai da análise da natureza humana à impossibilidade da relação, à inevitável solidão, a morte e o além, do casamento à violência doméstica. Um texto perturbador de uma feroz actualidade.
Ficha Artística:
Tradução Isabel Lopes Encenação Fernando Mora Ramos Cenografia e Figurinos José Carlos Faria
Interpretação Elsa Valentim, Isabel Lopes, José Peixoto e Víctor Santos
Maiores de 16 anos
Local
Teatro da Rainha (Caldas da Rainha)
Recreios da Amadora
Teatro Municipal de Almada
Teatro Garcia de Resende (Évora)
Teatro Cine (Torres Vedras)
